Da ficção científica como literatura infanto-juvenil (ou não)
Esta é mais uma questão para compartilhar com nossos poucos (por ora, espero) leitores, depois de um café nada virtual e totalmente presencial com meu amigo e parceiro Lúcio há poucos dias, perto da Avenida Paulista: será a ficção científica uma literatura infanto-juvenil? Em caso afirmativo, de que modo? Será que a FC deveria ser rotulada e posta nas prateleiras imphanto-juvenaes da nação-berço-esplêndido ou será (e ESTA é a pergunta de um milhão de Euros, senhoras e senhores – porque o dólar está fodido, ora) que a ficção científica (ou ficação, ou fixação, não importa) é uma literatura dotada de tanto frescor, de tanta novidade absolutamente INSUPORTÁVEL para os detentores da Ordem Terceira do Mainstream Literário de São Kool-eh-Rolah (baixou um Wally Sailormoon aqui, não reparem) que eles não têm alternativa a não ser ignorá-la, ignorando os clamores da plebe rude e nada ignara a que nada (Nadja) ignora e diz: Mehr Licht! Mehr Licht!!
Mas essa chuva aqui em Sampa, hein? Faz a gente ficar assim meio pensativo…
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